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Desabafo de um Monitor
Este manifesto está aberto àqueles que se juntem nesta moralização dos espaços públicos que devem ser assumidos pela comunidade de forma clara e objetiva.
 Fonte: Pedro Nascimento 
Desabafo de um Monitor à Barbárie

Aos moradores, monitores, visitantes e empreendedores:

Ser líder ou defender nosso espaço não é estufar o peito e dizer “sou isso ou aquilo”, como se ninguém fosse capaz, mantendo a postura de “sabe-tudo” e não respondendo ao que a comunidade tem buscado, sem nenhuma intervenção educativa ou esclarecedora.


Precisamos:
Rever as associações existentes na vila.
Que propósitos elas tem?
Nas políticas da vila, que atuações tiveram na comunidade?
Por que estas organizações não compartilham com a comunidade o que elas propuseram a esta administração?
Que lideranças são estas que nunca apoiaram ou foram omissas na defesa da comunidade?

Casos e Descasos
A falta de apoio à preservação dos receptivos moradores da vila.
Falta de projetos na comunidade para os jovens e adultos.
Usam nomes de defesa aos profissionais, atuam com exclusão e disputas comerciais!
Exploração comercial sem fins sociais sem agregar às pessoas e aos profissionais.
Usam e exploram espaços públicos, com fins individualistas, sem prestar contas.
Com iniciativas tão somente comerciais ao turismo sem olhar a comunidade.
Nos espaços de representação falam somente por si mesmos e nunca pela comunidade.
Onde educar é ser exemplo de sustentabilidade, passa a ser uma utopia.

Minha indignação como monitor
São associações que não apóiam suas classes e não tem respeito aos demais.
Onde portas estão fechadas para novos associados.
Que exploram comercialmente com intuito de poderes individualistas.
Na ganância, utilizam inadequadamente os espaços ambientais e culturais fazendo “vistas grossas” às regras existentes e que elas mesmas dizem ser co-formuladoras.

Pedro Nascimento – Monitor ambiental
Perseguem sua própria classe, numa disputa de espaço ao qual deveria ser solidário.
Usam espaços públicos com políticas de exclusão aos demais. Representam a comunidade sem ao menos dar satisfações de posições à mesma. Discursam um propósito coletivo, mas atuam de forma às avessas, gerando conflitos e políticas que vem excluindo a comunidade. Este não é somente um desabafo particular, mas de meus companheiros de classe, e que por motivos de retaliações e perseguições políticas não os colocarei expostos aqui. Estas retaliações e perseguições foram iniciadas por INGs (“indivíduos não governamentais” transvestidos de coletivos) que sempre ficaram omissos à participação, que agiram, muitas vezes, como “donos da verdade”, onde um propósito que perseguiram foi o dito popularmente, “aos inimigos tudo, aos amigos à Lei”.

Este manifesto está aberto àqueles que se juntem nesta moralização dos espaços públicos que devem ser assumidos pela comunidade de forma clara e objetiva. Para sustentabilidade de verdade.

Retratação já à comunidade! Vamos acabar com a omissão!

Notícia Postada em 12/12/2008 por: Pedro/ECODREAMS

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